Empresários resistem a metas de corte de emissões

AE - Agência Estado
O estabelecimento de metas detalhadas de corte de emissão de gases de efeito estufa e a consequente taxação aos mais poluentes, em estudo no governo, enfrenta oposição de parte do empresariado. Mesmo as empresas engajadas em reduzir os efeitos do aquecimento global avaliam que serão necessários incentivos oficiais à transição para a economia de baixo carbono. “Ainda há resistências, o Brasil assumiu metas sem ter a unanimidade do setor empresarial”, disse Caio Magri, que participa do grupo de trabalho Empresas pelo Clima, do qual fazem parte CPFL Energia, Camargo Corrêa, Odebrecht, Bradesco, Vale, Votorantim, Alcoa, Natura, Andrade Gutierrez, Suzano e Light.

 

Estudo do Ministério da Fazenda prevê o estabelecimento de tetos de emissão e a criação de um mercado interno de créditos de carbono, em que as empresas mais poluentes teriam de comprar títulos para compensar o lançamento extra de gases do aquecimento global na atmosfera. A proposta faz parte da regulamentação das metas de corte de emissões previstas na Lei da Política Nacional sobre Mudança do Clima, sancionada no final do ano passado. Por enquanto, essas metas não saíram do papel.
“Para o mercado local funcionar, é preciso que haja metas obrigatórias de redução e também benefícios”, disse Marco Antonio Fujihara, da Key Associados, que atua no mercado de carbono europeu. A BM&FBovespa, onde os títulos de redução de emissão seriam negociados, não se manifestou sobre o potencial do futuro mercado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Empresa poderá ter de pagar por poluição acima da meta

Novo mercado de carbono também permitirá ganhar dinheiro com ‘títulos de redução de emissões’

Marta Salomon
SÃO PAULO - Empresas que lançarem na atmosfera quantidade de carbono acima de um limite a ser fixado pelo governo terão de comprar “títulos” no mercado brasileiro de redução de emissões, prevê estudo do Ministério da Fazenda. Esse novo mercado funcionará com certificados de redução de emissões de gases do aquecimento global e os papéis também poderão ser comprados por investidores comuns.
O estudo dá início à regulamentação das metas do clima. No final do ano passado, o governo anunciou corte entre 36,1% e 38,9% das emissões de carbono previstas para 2020, mas as metas ainda não saíram do papel. O modelo em discussão no Ministério da Fazenda parte da ideia de que haverá “tetos” de emissão de carbono para os diferentes setores da economia. Estão sujeitos a esse tipo de limite os setores de geração de energia, transportes, a indústria em geral e o agronegócio.

Por ora, as metas brasileiras de redução das emissões de gases de efeito estufa são genéricas. O maior nível de detalhe fica restrito à redução do desmatamento, de 80% na Amazônia e 40% no Cerrado.

A partir do estabelecimento de tetos de emissão, as empresas que emitirem menos do que o limite ou atuarem na captura de carbono poderão vender “títulos de redução de emissões”. Os papéis atestariam uma determinada economia de emissão de gases de efeito estufa, medida em toneladas de CO2 equivalente. Já as empresas que ultrapassarem o teto de emissões terão de recorrer à compra de créditos no mercado.

O modelo prevê a criação de uma agência de controle das emissões, no molde das agências reguladoras. Ela ficaria responsável por estabelecer os tetos mais detalhados de emissão e fiscalizar seu cumprimento.

Fonte: Estadão 

 

Passive House Arrives in North America: Could It Revolutionize the Way We Build?

Feature from Environmental Building News

Originating in Germany twenty years ago and drawing inspiration from the superinsulation and passive solar movements in North America in the late 1970s, Passive House has migrated across the Atlantic. To date, about a dozen buildings have been certified to the Passive House standard in North America, and at least two dozen are in various stages of development. The Passive House Institute U.S. (PHIUS) and its founder and director, German-trained architect Katrin Klingenberg, are leading the implementation of the system in the U.S.

Passive House is a quantitative, performance-based standard for ultra-low-energy buildings—both residential and commercial. The U.S.-based standard, which is virtually identical to the German Passivhaus standard, allows no more than 15 kWh/m2/yr (4,755 Btu/ft2/yr) of energy consumption for heating, the same for cooling, and total energy consumption, including lighting, appliances, and plug loads, of no more than 120 kWh/m2/yr (38,000 Btu/ft2/yr) of primary energy use, which accounts for the energy used in extracting and processing fossil fuels and generating and distribution of electricity. In addition, Passive House standards include a stringent air tightness requirement of 0.6 air changes per hour at 50 pascals pressure difference across the envelope.

While energy experts EBN spoke with like the specific targets, some argue that the Passive House standard could be improved in North America by addressing some concerns, including how the standard works in our more diverse climate, the inherent penalty against small buildings, and the difficulty of achieving Passive House performance with existing buildings.

This summary is a shortened, condensed version of the Full Article