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	<title>Arquitetura.com - Blog Green Arquitetura</title>
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	<description>Green Building, Suatentabilidade</description>
	<pubDate>Wed, 05 May 2010 18:04:36 +0000</pubDate>
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		<title>Empresários resistem a metas de corte de emissões</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 18:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[AE - Agência Estado
O estabelecimento de metas detalhadas de corte de emissão de gases de efeito estufa e a consequente taxação aos mais poluentes, em estudo no governo, enfrenta oposição de parte do empresariado. Mesmo as empresas engajadas em reduzir os efeitos do aquecimento global avaliam que serão necessários incentivos oficiais à transição para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AE - Agência Estado<br />
O estabelecimento de metas detalhadas de corte de emissão de gases de efeito estufa e a consequente taxação aos mais poluentes, em estudo no governo, enfrenta oposição de parte do empresariado. Mesmo as empresas engajadas em reduzir os efeitos do aquecimento global avaliam que serão necessários incentivos oficiais à transição para a economia de baixo carbono. &#8220;Ainda há resistências, o Brasil assumiu metas sem ter a unanimidade do setor empresarial&#8221;, disse Caio Magri, que participa do grupo de trabalho Empresas pelo Clima, do qual fazem parte CPFL Energia, Camargo Corrêa, Odebrecht, Bradesco, Vale, Votorantim, Alcoa, Natura, Andrade Gutierrez, Suzano e Light.</p>
<p> </p>
<p>Estudo do Ministério da Fazenda prevê o estabelecimento de tetos de emissão e a criação de um mercado interno de créditos de carbono, em que as empresas mais poluentes teriam de comprar títulos para compensar o lançamento extra de gases do aquecimento global na atmosfera. A proposta faz parte da regulamentação das metas de corte de emissões previstas na Lei da Política Nacional sobre Mudança do Clima, sancionada no final do ano passado. Por enquanto, essas metas não saíram do papel.<br />
&#8220;Para o mercado local funcionar, é preciso que haja metas obrigatórias de redução e também benefícios&#8221;, disse Marco Antonio Fujihara, da Key Associados, que atua no mercado de carbono europeu. A BM&amp;FBovespa, onde os títulos de redução de emissão seriam negociados, não se manifestou sobre o potencial do futuro mercado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p> </p>
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		<title>Empresa poderá ter de pagar por poluição acima da meta</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 18:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo mercado de carbono também permitirá ganhar dinheiro com &#8216;títulos de redução de emissões&#8217;
Marta Salomon
SÃO PAULO - Empresas que lançarem na atmosfera quantidade de carbono acima de um limite a ser fixado pelo governo terão de comprar &#8220;títulos&#8221; no mercado brasileiro de redução de emissões, prevê estudo do Ministério da Fazenda. Esse novo mercado funcionará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo mercado de carbono também permitirá ganhar dinheiro com &#8216;títulos de redução de emissões&#8217;</p>
<p>Marta Salomon<br />
SÃO PAULO - Empresas que lançarem na atmosfera quantidade de carbono acima de um limite a ser fixado pelo governo terão de comprar &#8220;títulos&#8221; no mercado brasileiro de redução de emissões, prevê estudo do Ministério da Fazenda. Esse novo mercado funcionará com certificados de redução de emissões de gases do aquecimento global e os papéis também poderão ser comprados por investidores comuns.<br />
O estudo dá início à regulamentação das metas do clima. No final do ano passado, o governo anunciou corte entre 36,1% e 38,9% das emissões de carbono previstas para 2020, mas as metas ainda não saíram do papel. O modelo em discussão no Ministério da Fazenda parte da ideia de que haverá &#8220;tetos&#8221; de emissão de carbono para os diferentes setores da economia. Estão sujeitos a esse tipo de limite os setores de geração de energia, transportes, a indústria em geral e o agronegócio.</p>
<p>Por ora, as metas brasileiras de redução das emissões de gases de efeito estufa são genéricas. O maior nível de detalhe fica restrito à redução do desmatamento, de 80% na Amazônia e 40% no Cerrado.</p>
<p>A partir do estabelecimento de tetos de emissão, as empresas que emitirem menos do que o limite ou atuarem na captura de carbono poderão vender &#8220;títulos de redução de emissões&#8221;. Os papéis atestariam uma determinada economia de emissão de gases de efeito estufa, medida em toneladas de CO2 equivalente. Já as empresas que ultrapassarem o teto de emissões terão de recorrer à compra de créditos no mercado.</p>
<p>O modelo prevê a criação de uma agência de controle das emissões, no molde das agências reguladoras. Ela ficaria responsável por estabelecer os tetos mais detalhados de emissão e fiscalizar seu cumprimento.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,empresa-podera-ter-de-pagar-por-poluicao-acima-da-meta,546670,0.htm">Estadão</a> </p>
<p> </p>
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		<title>Passive House Arrives in North America: Could It Revolutionize the Way We Build?</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 13:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<category><![CDATA[Green Business]]></category>

		<category><![CDATA[Sustainability]]></category>

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		<description><![CDATA[
Feature from Environmental Building News
Originating in Germany twenty years ago and drawing inspiration from the superinsulation and passive solar movements in North America in the late 1970s, Passive House has migrated across the Atlantic. To date, about a dozen buildings have been certified to the Passive House standard in North America, and at least two [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; text-align: left;"></p>
<p style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif; color: #333333; font-size: 11px; line-height: 16px;"><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px; text-align: left;">Feature from<span class="Apple-converted-space"> </span><strong>Environmental Building News</strong></span></span></p>
<p style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif; color: #333333; font-size: 11px; line-height: 16px;">Originating in Germany twenty years ago and drawing inspiration from the superinsulation and passive solar movements in North America in the late 1970s, Passive House has migrated across the Atlantic. To date, about a dozen buildings have been certified to the Passive House standard in North America, and at least two dozen are in various stages of development. The Passive House Institute U.S. (PHIUS) and its founder and director, German-trained architect Katrin Klingenberg, are leading the implementation of the system in the U.S.</p>
<p style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif; color: #333333; font-size: 11px; line-height: 16px;">Passive House is a quantitative, performance-based standard for ultra-low-energy buildings—both residential and commercial. The U.S.-based standard, which is virtually identical to the German Passivhaus standard, allows no more than 15 kWh/m2/yr (4,755 Btu/ft2/yr) of energy consumption for heating, the same for cooling, and total energy consumption, including lighting, appliances, and plug loads, of no more than 120 kWh/m2/yr (38,000 Btu/ft2/yr) of primary energy use, which accounts for the energy used in extracting and processing fossil fuels and generating and distribution of electricity. In addition, Passive House standards include a stringent air tightness requirement of 0.6 air changes per hour at 50 pascals pressure difference across the envelope.</p>
<p style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif; color: #333333; font-size: 11px; line-height: 16px;">While energy experts EBN spoke with like the specific targets, some argue that the Passive House standard could be improved in North America by addressing some concerns, including how the standard works in our more diverse climate, the inherent penalty against small buildings, and the difficulty of achieving Passive House performance with existing buildings.</p>
<p style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif; color: #333333; font-size: 11px; line-height: 16px;"><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; text-align: center;">This summary is a shortened, condensed version of the<span class="Apple-converted-space"> </span><strong><a style="cursor: pointer; color: #838787; text-decoration: underline;" href="http://www.buildinggreen.com/auth/article.cfm/2010/3/31/Passive-House-Arrives-in-North-America-Could-It-Revolutionize-the-Way-We-Build/">Full Article</a></strong></span></span></p>
<p></span></span></p>
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		<title>Building a sustainable Ford Motor Company: An interview with Bill Ford</title>
		<link>http://green.arquitetura.com/?p=71</link>
		<comments>http://green.arquitetura.com/?p=71#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 12:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

		<category><![CDATA[Sustainability]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo muito interessante sobre como a Ford esta se tornando uma compania mais verde e como isso vai alavancar seus negócios.
Vale a pena ler!
Building a sustainable Ford Motor Company
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo muito interessante sobre como a Ford esta se tornando uma compania mais verde e como isso vai alavancar seus negócios.</p>
<p>Vale a pena ler!</p>
<p><a href="http://www.mckinseyquarterly.com/Building_a_sustainable_Ford_Motor_Company_An_interview_with_Bill_Ford_2496">Building a sustainable Ford Motor Company</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Para mitigar enchentes Prefeitura aumenta a exigência de permeabilidade em novas edificações</title>
		<link>http://green.arquitetura.com/?p=70</link>
		<comments>http://green.arquitetura.com/?p=70#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 21:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente publicou na última semana a
Portaria de nº 156 que modifica os critérios para licenciamento de novos
parcelamentos do solo ou projetos de edificação urbana na cidade de São
Paulo onde há supressão de vegetação.
A Portaria determina que esses imóveis mantenham características naturais de
permeabilidade do solo em no mínimo 20% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente publicou na última semana a<br />
Portaria de nº 156 que modifica os critérios para licenciamento de novos<br />
parcelamentos do solo ou projetos de edificação urbana na cidade de São<br />
Paulo onde há supressão de vegetação.</p>
<p>A Portaria determina que esses imóveis mantenham características naturais de<br />
permeabilidade do solo em no mínimo 20% da área total do imóvel.<br />
Anteriormente a exigência era de apenas 15% .</p>
<p>Essa medida visa assegurar entre outros aspectos, a infiltração das águas<br />
pluviais, a conservação da biodiversidade, a mitigação da formação de ilhas<br />
de calor e da poluição atmosférica e sonora.</p>
<p>A medida mitigadora é uma das exigências da nova portaria independente da<br />
existência de vegetação no terreno. As áreas deverão ser revitalizadas com o<br />
plantio de espécies nativas ou ainda de espécies nativas e exóticas, podendo<br />
ser destinadas até o limite de 30% para ajardinamento, instalação de<br />
equipamentos esportivos e de lazer.</p>
<p>&lt;<a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/legislacao/index.php?p=13681" target="_blank">http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/legislacao<br />
/index.php?p=13681</a>&gt; PORTARIA 156/09 - SVMA ( publicada  no Diário Oficial em<br />
10/12/2009)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Grupo do Projeto Centro Desportivo Sustentável</title>
		<link>http://green.arquitetura.com/?p=69</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 20:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>

		<category><![CDATA[cds]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje tivemos a primeira reunião do grupo de trabalho, para a realização do Projeto Centro Desportivo Sustentável.
Participantes foram:
Marcos, Miguel, Malusco, Titina, Dna Beatriz, Paulo, Ester, Marcos Casado, Virgínia e Karla. Não puderam estar a Ida e Tana.
A reunião foi excelente e o grupo inicia de imediato a configuração do Projeto como um todo, para que possamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="wp-content/uploads/reuniao_cds-480x319.jpg" alt="" width="480" height="319" />Hoje tivemos a primeira reunião do grupo de trabalho, para a realização do Projeto Centro Desportivo Sustentável.<br />
Participantes foram:<br />
Marcos, Miguel, Malusco, Titina, Dna Beatriz, Paulo, Ester, Marcos Casado, Virgínia e Karla. Não puderam estar a Ida e Tana.<br />
A reunião foi excelente e o grupo inicia de imediato a configuração do Projeto como um todo, para que possamos apresentar oficialmente a Prefeitura e aos futuros Patrocinadores.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Collaborative Worksite</title>
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		<comments>http://green.arquitetura.com/?p=68#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 21:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

		<category><![CDATA[Collaborative]]></category>

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		<description><![CDATA[December 01, 2009
With the New Year quickly approaching, contractors are inquiring about which factors will drive technology initiatives forward within the industry in 2010. The answer to this question is, in a word, collaboration.
Diane Carlisle, director, professional resources, ARMA Intl., www.arma.org, Overland Park, Kan., says “Everybody is rushing toward a collaborative worksite because workers are [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>December 01, 2009<br />
With the New Year quickly approaching, contractors are inquiring about which factors will drive technology initiatives forward within the industry in 2010. The answer to this question is, in a word, collaboration.</p>
<p>Diane Carlisle, director, professional resources, ARMA Intl., <a href="http://www.arma.org">www.arma.org</a>, Overland Park, Kan., says “Everybody is rushing toward a collaborative worksite because workers are dispersed across pretty wide geographic areas sometimes. It is helpful to be able to have that electronic place where you can work together and do designs and documents and that type of thing.”</p>
<p>True, BIM (building information modeling) has been garnering quite a bit of attention, as the process that is going to help enable all project stakeholders to collaborate more effectively, but some industry sources and contractors point to an age-old tool that might see a bit of revitalization in 2010—Microsoft SharePoint.<br />
One recent example of a construction company using SharePoint is J.R. Filanc, <a href="http://www.filanc.com">www.filanc.com</a>, Escondido, Calif., which is using document-imaging technology with SharePoint. All of its information goes into a Microsoft SharePoint repository and every department has its own SharePoint page. While this is just one example, more and more contractors are using this tool in new ways.</p>
<p>With the anticipated release of new versions of Microsoft products in the first half of 2010, SharePoint is sure to takeoff even more so than it has already. In the coming year, construction technology providers will be stepping up their use of Office-related products.</p>
<p>According to Microsoft, <a href="http://www.microsoft.com">www.microsoft.com</a>, Redmond, Wash., new advantages of the 2010 line of Office products include easier collaboration through the Web and phone, more capabilities to gain insight into business processes, and greater flexibility.</p>
<p>As one example, PowerPivot is a new BI (business intelligence) tool for Microsoft Excel and SharePoint that will allow construction companies to look at data in the Microsoft Office environment.</p>
<p>PowerPivot for Excel allows companies to process large amounts of information with analytical capabilities such as Data Analysis Expression. PowerPivot for SharePoint centralizes business intelligence and enterprise data within the SharePoint application, allowing contractors to collaborate on user-generated data models and analysis from Excel.</p>
<p>For the construction industry, this type of technology will allow companies to gather more information for business insight and make better decisions.</p>
<p>As we look to what will be among the biggest trends in the construction technology landscape in 2010, contractors and vendors alike point to increased collaboration.</p>
<p>BIM enables collaboration for all project stakeholders by sharing information through models and will inevitably see growth in the coming year. But with new advances in Microsoft tools and an increased focus on a collaborative environment, SharePoint will also likely experience some growth in the construction industry in the coming year.</p>
<p>To learn more about what will be some of the biggest factors driving technology initiatives forward within the construction industry in 2010, check out the January 2010 issue of Constructech.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>“Seu Imposto pode gerar Cultura e Inclusão Social”</title>
		<link>http://green.arquitetura.com/?p=67</link>
		<comments>http://green.arquitetura.com/?p=67#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Venha saber como!
A FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, 
por meio do seu CORES – Comitê de Responsabilidade Social, 
irá realizar no próximo dia 23 de novembro de 2009,
Seminário sobre a utilização de renúncia fiscal 
para a promoção da Cultura e da Inclusão Social
Programação
Manhã – das 8h30 às 12h30
Lei 8.313/91 – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 0pt;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><br />
</span><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 13.5pt;">Venha saber como!</span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<p></span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, </span><br />
<span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">por meio do seu CORES – Comitê de Responsabilidade Social, </span><br />
<span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">irá realizar no próximo <strong>dia 23 de novembro</strong> de 2009,</span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Seminário sobre a utilização de renúncia fiscal </span><br />
<span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">para a promoção da Cultura e da Inclusão Social</span><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<p></span></span><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 13.5pt;">Programação</span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<p></span><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Manhã – das 8h30 às 12h30</span></strong></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Lei 8.313/91 – Lei Rouanet </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Tarde – das 13h30 às 17h30</span></strong></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Lei 12.268/06 – PROAC – Programa de Ação Cultural</span></strong><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<p></span></span><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 13.5pt;">Local:</span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">FIESP - Av. Paulista, 1313 - auditório do 4º andar </span></strong></span></p>
<p><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"></p>
<p></span><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">RSVP: </span></strong><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><a href="mailto:cores@fiesp.org.br"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 13.5pt;"><span style="color: #0000ff;">cores@fiesp.org.br</span></span></strong></a> <br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>IPT e USP apresentam proposta do Sistema Nacional de Código de Práticas para a indústria da construção</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 13:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<category><![CDATA[Sistema Nacional de Código de Práticas]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) e a Universidade de São Paulo (USP) realizam na próxima terça-feira (24/11), workshop para apresentação da proposta de um Sistema Nacional de Código de Práticas. Direcionado a convidados da indústria da construção, órgãos financiadores e instituições de pesquisa, o encontro será realizado na sede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">O Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) e a Universidade de São Paulo (USP) realizam na próxima terça-feira (24/11), workshop para apresentação da proposta de um Sistema Nacional de Código de Práticas. Direcionado a convidados da indústria da construção, órgãos financiadores e instituições de pesquisa, o encontro será realizado na sede do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), a partir de 13h30min. <br />
 <br />
O objetivo é reunir lideranças da indústria da construção para apresentar resultados do estudo, avaliar e discutir a continuidade dos trabalhos que foram financiados pela FINEP, por meio do Programa de Tecnologia de Habitação (Programa Habitare), CAIXA e de entidades setoriais. A proposta do sistema nacional é uma das conquistas da rede de pesquisa ´Ciência, Tecnologia e Inovação para a Melhoria da Qualidade e Redução de Custos da Habitação de Interesse Social`, do Programa Habitare.<br />
 <br />
No workshop serão discutidos conceitos, objetivos, proposta de operacionalização e de governança do Sistema Nacional de Código de Práticas, que ganhou a sigla de SiNCOP. Conteúdo e forma dos códigos de prática, assim como a dinâmica empregada na elaboração de um documento piloto, direcionado à alvenaria de vedação de blocos cerâmicos, serão apresentados.<br />
 <br />
A experiência piloto da qual resultou o primeiro código contou com a participação de representantes de instituições de ensino e pesquisa, de associações e de sindicatos, organizações públicas como a CAIXA e a CDHU, além de empresas projetistas e que executam obras de alvenaria.<br />
 <br />
O documento traz as práticas recomendadas para as etapas de projeto, execução, controle e recebimento, requisitos de desempenho e cuidados de manutenção para a alvenaria de vedação de blocos cerâmicos. Poderá ser usado por projetistas, construtores e agentes financiadores da habitação.<br />
 <br />
“O código de práticas contribui para a competitividade da indústria da construção e para a obtenção de melhor desempenho dos edifícios, fundamental num momento no qual se pretende construir um milhão de novas moradias”, considera o professor Francisco Ferreira Cardoso, da Poli-USP. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Ele explica que embora a referência à normalização técnica seja importante, no cotidiano da construção civil ela não é suficiente. Há necessidade de documentos do tipo caderno de encargos e manuais técnicos. “Daí a importância da elaboração dos códigos de práticas, reunindo parâmetros de projeto, execução, controle da produção, uso e manutenção dos elementos ou técnicas construtivas já consagradas na construção civil, incluindo aspectos contratuais, de garantias e de responsabilidades, tópicos normalmente não contemplados nas normas técnicas da ABNT”, destaca o pesquisador.<br />
 <br />
“Com os códigos de práticas será possível unificar e consensualizar junto ao setor produtivo práticas construtivas recomendadas e bem-sucedidas, considerando, entretanto, as especificidades regionais do Brasil”, explica a engenheira Fabiana Cleto, pesquisadora do IPT. Segundo ela, os referenciais são sistematizados a partir de práticas consagradas, contribuindo para a melhoria da qualidade e desempenho das edificações. Colaboram também com a disseminação do conhecimento e para que profissionais tenham maior segurança na realização dos serviços. Podem ainda servir de base para relações contratuais entre agentes da cadeia produtiva.<br />
 <br />
“A unificação dos procedimentos num único documento representa ganho considerável para todos os agentes envolvidos, contribuindo para a maior competitividade do setor e para a obtenção de produtos de melhor desempenho”, complementa. Austrália, Canadá, França, Estados Unidos, Portugal e Reino Unido já desenvolveram seus respectivos Códigos de Práticas (Building Codes), Códigos Técnicos, Documentos Técnicos Unificados (Documents Techniques Unifiés) ou Fichas de Construção.<br />
 <br />
Mais informações com o professor Francisco Ferreira Cardoso, Fone (11) 3091-5469, e-mail: </span><a href="mailto:francisco.cardoso@poli.usp.br"><span style="font-family: Times New Roman; color: #0000ff; font-size: small;">francisco.cardoso@poli.usp.br</span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> ou com a engenheira Fabiana da Rocha Cleto, Fone (11) 3767-4981, e-mail: </span><a href="mailto:frcleto@ipt.br"><span style="font-family: Times New Roman; color: #0000ff; font-size: small;">frcleto@ipt.br</span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">.<br />
 <br />
Workshop Sistema Nacional de Código de Práticas</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Programa:</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">13h30 - Credenciamento<br />
 <br />
Parte 1: Nivelamento do conhecimento<br />
14h - Abertura<br />
 <br />
14h10 - Códigos de práticas: conceito, objetivos, proposta de operacionalização e governança (SiNCOP)<br />
 <br />
14h30 - Conteúdo e forma dos Códigos de Prática - Dinâmica para a elaboração e exemplo piloto<br />
 <br />
14h45 - Código de Práticas Recomendadas Alvenaria de Vedação de Blocos Cerâmicos IPT<br />
 <br />
15h - Coffee Break<br />
 <br />
Parte 2: Posicionamentos e debates<br />
15h20 - Explicação dos Objetivos e da Dinâmica dos Debates Posicionamentos e comentários de Representantes do Ministério das Cidades / PBQP-H, CAIXA, CDHU, SECOVI-SP, Projetistas, CBIC / SINDUSCON, empresas especializadas, ABRAMAT, ANICER / SINDICERCON.<br />
 <br />
17h - Debates com demais participantes<br />
 <br />
Parte 3: Conjunto de orientações<br />
17h40 - Fechamento dos Debates: Orientações para a continuidade da iniciativa<br />
 <br />
17h50 - Encerramento do workshop: FINEP<br />
 <br />
Informações:<br />
Data: Terça-feira, 24 de novembro de 2009<br />
Hora: 13h30 (credenciamento) e das 14h às 19h (evento)<br />
Local: Sede do Secovi-SP – R. Dr. Bacelar, 1043 – Vila Mariana – 2º andar<br />
Acesse: </span><a href="http://www.secovi.com.br/"><span style="font-family: Times New Roman; color: #0000ff; font-size: small;">www.secovi.com.br</span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> ou no Call Center (11) 5591-1304 a 1308</span></p>
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		<title>Jane Poynter: A vida na Biosfera 2</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 12:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Fábregues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<category><![CDATA[Habitação]]></category>

		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="334" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JanePoynter_2009-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JanePoynter-2009.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=320&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=573&#038;introDuration=16500&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=2000&#038;adKeys=talk=jane_poynter_life_in_biosphere_2;year=2009;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=what_s_next_in_tech;theme=a_greener_future;theme=to_boldly_go;theme=unconventional_explanations;theme=tales_of_invention;theme=peering_into_space;theme=inspired_by_nature;event=TEDxUSC;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="334" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JanePoynter_2009-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JanePoynter-2009.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=320&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=573&#038;introDuration=16500&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=2000&#038;adKeys=talk=jane_poynter_life_in_biosphere_2;year=2009;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=what_s_next_in_tech;theme=a_greener_future;theme=to_boldly_go;theme=unconventional_explanations;theme=tales_of_invention;theme=peering_into_space;theme=inspired_by_nature;event=TEDxUSC;"></embed></object></p>
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